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Mostrando postagens com o rótulo In(midia)tismo

Lucy: em todo lugar!

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Sister Rust by Damon Albarn on Grooveshark  Estávamos em dúvida entre dois filmes. Preferi não ler muito, escolher pelo cartaz e... escolhemos esse nomezinho da primeira "macaca": Lucy. Uma ficção com ação e seja o que Deus quiser.   Minha amiga entrou na sala comentando que Scarlett é um nome muito chique, eu apenas lembrei que a Johansson é tão gata que chega dar raiva e entrei na sala rezando o "que esse filme seja bom", uma vez que, ultimamente, a irrealidade de algumas imaginações tem se confundido tanto com falta de lógica.   Meu coração já começou a ficar confortável no segundo nome de ator que foi exibido na telona: Morgan Freeman. Enquanto eu relaxava, minha amiga comentava que "ele só faz filme bom". Um consenso! E dele veio toda razão do filme, mesmo que supostamente não exista veracidade na ciência exposta, mas quem vai duvidar da imponência estilo documentário do Discovery quando o pesquisador Norman explica?!   O enredo...

Sobre fãs e liberdades: não se confundam!

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  Crédito: Botequim Cultural Sou daquele tipo de gente que prefere dar “chance” às pessoas... mas,   se acreditasse em santo teria certeza que o meu nunca bateu com o de Roberto Carlos. Se por gênio, aura, sei lá quais as “tantas emoções”, o “cara” nunca desceu. Desce pra muita gente e evito falar mal. Apenas não dou minha parcela de audiência. Um fato, no entanto, me fez segurar a vontade de falar “Ahá, ele nunca me enganou!” e declarar que o título de Rei ele carrega é bem na barriga. Me permito contar o caso: Pois bem, Paulo César de Araújo, já ouviram falar? É um jornalista e historiador brasileiro que se tornou referência no que diz respeito à música popular brasileira com o livro Eu Não Sou Cachorro, Não - que traça um paralelo entre a ditadura e os cantores considerados "bregas" da época -, mas ficou nacionalmente conhecido ao escrever Roberto Carlos em Detalhes , biografia não-autorizada do cantor brasileiro lançada em dezembro de 2006 pela Editora P...

Qual teu tamanho agora?

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Entre concordâncias e discordâncias, o resultado é positivo, me sinto MAIOR!   A gente nunca vai poder ter uma visão completa do mundo, o que não nos torna menos humanos, na verdade nos torna  mais humanos, e menos deuses. (Marcelo Gleiser, professor de física e astronomia no Dartmouth College) Para isso 1'30'' bastou: uma trilha que traz leveza e intensidade, magnífica edição, bela fotografia que acompanha com perspicácia depoimentos de trinta entrevistados, no alcance da reflexão que desencadeia "autoconhecimento" e "busca da felicidade". São acima de tudo pessoas, mas que se desenvolvem profissionalmente como pianista, palhaço, fotógrafo, alpinista, artísta plástica, uma educadora sertaneja na simplicidade de seu interior, e que interior! Também aparece profissionais mais reconhecidos na mídia, como a representante política (e sábia!) Marina da Silva, o escritor (e docemente experiente...) Rubem Alves e a atriz Letícia Sabatella ...

Deixar...

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  Eu sei, estava fazendo isso errado, mas enquanto almoçava sozinha escutava a conversa da gatinha da mesa ao lado. Como aquelas fofoqueiras ruins, me distraí mesmo, atenta, quase dei palpite, rs... Ela falava que não se comunicava com uma determinada pessoa fazia algum tempo e que estava preocupada porque não sentia falta sendo que aquela tinha sido a única que havia lhe feito pensar num "pra sempre". Embora tenha sido uma circunstância totalmente diferente a da Bella Swatt em Lua Nova, o livro que considero mais triste da Saga juntamente por lidar com essa questão de sentimento x ausência, distância, despedida... automaticamente lembrei de um trecho que diz assim: “Por mais que eu lutasse para não pensar nele, eu não lutava para esquecê-lo. Eu me preocupava - tarde da noite, quando a exaustão da privação de sono penetrava em minhas defesas - que tudo desaparecesse. Que minha mente fosse uma peneira e eu um dia não conseguisse lembrar a cor exata de seus olhos, ...

A culpa é minha e eu compartilho...

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Pra confrontar meu prejulgamento pela capa, estava ali " A culpa é das estrelas ". Capinha sem jeito como desenho de criança, misturando o azul celeste com nuvem negra para o título e nuvem branca para o autor - com mesmo destaque? - e continuada com promessas de me fazer rir chorar e querer mais. Parecia presunção se não me informasse que veio da mesma cabecinha que acompanho raramente através do vlogbrothers no youtube. Mas porque raio a culpa é das estrelas numa capa que contém nuvens? Que estrelas? literais ou os "astros"? A culpa de quê? Qualquer culpa? Eu e minha curiosidade pipocada rapidamente em listas considerável de questões que não me deixariam em paz... E nada me dizia que me aguardava um belo romance com profundidade, sem perder de vista cotidianidades. Comecei do primeiro capítulo a me identificar com a Hazel Grace, que vive sintomas de morte convivendo com o câncer. Na trajetória doce, melancólica e ainda divertida, são expostos dilemas de uma ...

E eu continuo esperando.

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Hoje eu estou para nostalgia, me envolvi em cartas, daquelas que em cada letrinha sentida declara amor e comove um tanto de saudade... estou sentindo que apesar e por tudo, minha vida é perfeitinha, e tenho o que agradecer a pessoas extremamente específicas. Mas o fato é que esta forma de encarar a vida tem um doce enredo. Já perdi as contas de quantas vezes assisti Esperando para sempre (Waiting for Forever) desde o lançamento em 2010 - esse é um daqueles filmes que endoçam a teoria de que a cada nova leitura encontramos uma coisa a mais para aprender, no caso, amar. Certamente será aquele de cabeceira requisitado para repetir a cada falta ou dúvida de opções, enquanto de conchinha com o namorado, num dia de chuva, reencontro de antigas amigas ou somente só! É um filme retrôzinho, fotografia perfeita, trilha sonora deliciosa, recheadinho de fofura, e não é pra menos, made in Emma ( Rachel Bilson ) e o Will ( Tom Sturridge ). Agora, se eu quiser elogiar, utilizo expressãozinha ...

A vida por outro ângulo, e bem similar...

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  Aquele filme que trás controvérsias entre o apreço do público e o ganhar de um oscar... Trago O lado bom da vida aqui porque me encaixo entre aqueles que gostaram, sem pousar de cult nem nada. Eu realmente gosto do estilo retrô exibido, da possibilidade de interpretação para bons entendedores, trago porque realmente gostei da proposta do autor Matthew Quick. O que amei foi o paradoxo da Tiffany ( Jennifer Lawrence ) ter sido "abandonada" no momento em que mais precisava de ajuda, no momento em que a viuvez lhe fez tomar medidas desesperadas. Somente quando ela ofereceu ajuda ao outro, foi amada, valorizada, capaz de mudar os planos futuros de alguém e orientar-lhe a vida. Às vezes a gente só precisa se deixar observar quem temos ao lado para acreditar no potencial que existe em nós mesmos... Ao seu lado, Pat Solitano Jr. ( Bradley Cooper ), que passou um tempo no sanatório após perder casa, o emprego e amada mulher. Decidido a reconstruir sua vida, acreditava na pos...

Eu e o Nicholas...

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Minha paixão pela forma como o Nicholas Sparks acredita no amor e transmite em escrita não vem de hoje. Ele tem uma convicção para falar dos sentimentos, da reconstrução da vida,  uma naturalidade para lidar com a morte, atenção à aspectos das relações humanas, valoriza como poucos os ambientes naturais, cenas chuvosas, aquáticas, à canoagem, fora o apego às boas e velhas cartas, não é?! É um conjunto, tudo, cada pequeno detalhe que me encanta e faz crer que é possível, ainda é possível o amor  - seja avassalador, maduro, familiar ou incosequente. Assistindo ao filme Um Porto Seguro tive a ideia fixa de escrever a respeito e não me contive, como tudo que é acumulado, resolvi ir além desse filme em específico. Dentre os livros do autor que foram adaptados ao cinema, tem Um amor para recordar , filme que permaneceu por muito tempo como resposta compulsória à questão "seu filme preferido". Eu sei que não a única que simpatiza com o autor, e pensando nisso procurei detalhes ...

Bem treinado pra pensar...

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Estreiado em janeiro, quem ainda não assistiu pode correr atrás, só por um pouquinho mais de ação na vida. rs... Houveram lembranças de filmes como Sherlock Holmes e Missão Impossível da galera com quem assisti, mas confesso não lembrei de nenhum deles visto a singularidade deste. Tom Cruise - que não alcançou o nível de minhas expectativas em Oblivion - estampa Jack Reacher , um filme que cativa pela inteligência com que foi escrito e dirigido por Christopher McQuarrie, e agrada até o último tiro . Tudo começa com um crime realmente brutal em Indiana, 5 pessoas assassinadas por um atirador de elite sem explicação lógica. Barr, com um histórico sujo na sociedade, é acusado com poucas chances de defesa. Este acusado temia Jack, um ex-combatente veterano, ficha limpa e um fantasma para o governo, que dedica-se a fazer a verdadeira justiça, e que havia lhe prometido aparecer acaso ele se envolvesse em confusão. Jack, que havia sido citado por ele em interrogatório da polícia antes d...

Mais uma loucura!

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E aqui está mais um filme pra manter guardado no HD e no coração: "Sou louco por você" (Tengo gana por ti) veio direto da Espanha trazer 120 deliciosos minutos de sentido, me deixando "Três metros acima do céu". Uma produção de Fernando Gonzalez Molina, adaptação do best-seller de Federico Moccia onde Hugo, vulgo Hache ( Mario Casas ) volta de Londres a Barcelona após um tempo fora, mas as coisas não eram as mesmas, estavam mais velhas: "não velha de velhas, mas... de ter perdido coisas", inclusive dentro de si. Ele ainda não tinha esquecido a antiga namorada, Babi ( Maria Valverde ) que já tinha reconstruído sua vida estando a beira do altar. Porém, decide recomeçar, sair com amigos e nisso encontra a Genebra ( Clara Lago ), a Gin, que ele chama de tônica, numa relação construída com muito senso de humor, doçura e inteligência. O relacionamento se desenvolve mas Hache ainda tem dúvidas quanto a Babi, a si mesmo, às feridas que carregava. Quando e...

Hospedando o retorno com satisfação!

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Hoje eu vou relembrar o texto " hospede equilíbrio " só para retomar o foco que me faz vir aqui e reafirmar o quanto eu fico feliz quando bons livros lidos viram filmes e têm as histórias transformadas da forma mais fiel possível em roteiros. Sabe, do jeitinho que você imaginava ao ler, e com acréscimos que só vêm a somar?! Bem assim... Por alguma ironia do destino, não sabia que " A hospedeira ", da Stephanie Meyer, estava virando filme, embora aguardasse por isso. De forma desprevenida me deparei com o trailler e inquieta só me satisfiz quando me encontrei na sessão, assistindo. E me satisfiz! Satisfeita pelo cenário e pelo detalhamento de cenas como a do acidente, as do desejo na chuva, a da tentativa de homicídio, da camuflagem da montanha no deserto, das saídas para "roubar" alimento e remédio, satisfeita por Melanie Stryder ( Saoirse Ronan ) e seus diálogos com Peregrina, satisfeita pelo pequeno Jamie encenado com brilhantismo ( Chandler Canterbury...