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Mostrando postagens com o rótulo Laços

Nome doce

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Quando eu e meu irmão revezávamos em chamar minha mãe, em algum momento ele gritava: ôh nome doce! E é. Pouca coisa nessa vida é doce como mãe e não enjoa. Doce demais é ruim, por isso as mães brigam de vez em quando. Tem doces sofisticados e doces de todo dia. Aqueles trabalhosos e aqueles simples. Aqueles preferidos por quais a gente sente desejo. Aqueles grandões e aqueles enxutinhos. O fato é que quando desfruamos de um bom quitute é involuntário não agradecer aos céus pelo pequeno exemplo de como a vida é boa e vale a pena ser vivida... a mesma sensação que nos proporciona um abraço e colo acolhedor de mãe, um beijo que preenche, uma companhia sem condição e até aquelas perguntas chatas que são as pitadas especiais pra diferenciar o sabor... Dia de mãe é todo dia, mas é doce ver as ruas, o Face, as pessoas mais adocicadas, declarando amor hoje. Falo isso aqui, toda açucarada sendo presenteada com a presença da minha. Amor só de mãe, ouvi de alguns, e reconheço, é difíc...

Álbum de casamento

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Queria uma foto específica. Uma lá da infância em que me lembro que a roupa que usava combinava com o tecido da rede. A vontade de achá-la e revê-la, talvez exibi-la, era tanta que até me dispus a abrir a gaveta de retratos que parecia um túnel ao passado, com direito ao cheiro que afronta minha imunidade e tudo mais. No meio do rebuliço encontrei o álbum de casamento dos meus pais, já estava sentada, mas aquele álbum branco com letras escuras interrompeu minha pressa, desviou meu foco... me pus a analisar todos aqueles convidados, alguns que reconheci, ainda fazem parte da nossa vida, outros que acredito nunca ter chegado a ver, os bastidores, a moda da época, de cabelo, de roupa, do carro. A felicidade dos rostos jovens de meus pais no altar. Emocionante e engraçado! Acisa Sousa e Aldemiro Araujo sofreram a ação do tempo mas alguma coisa no brilho do olhar e na veracidade do sorriso não mudou, eles são realizados juntos. Se encontraram entre tantos planos, entre tantos sonhos...

Retrô de agradecimento.

Tenho sempre muito a agradecer, Meu Deus! Nem bom nem mal, esse ano foi um furacão retaado. Adooooro (chega choro)! Gosto assim! Daquele que passa deixando diferente, levando embora (a liberdade na mala), inTenso até o final (últimos segundos do segundo tempo) e nem tão rápido se for analisar as marcas que deixou. Números ímpares nunca foram meus números preferidos, e sem superstição, não exigi muito dele, não fiz listas com as quais pudesse me frustrar, não prometi nada que não pudesse cumprir, embora houvessem sofrimentos não tive tempo de me acabar, rs - eu simplesmente estive receptiva e cara, quanta coisa boa eu recebi. Mudei de estrada, mudei de planos, mudei de sonhos. Mudei até o fio do cabelo  ! Me reconheci, revivi, refleti, me reinventei - Agreguei valor de verdade e vou contar uma coisa que acho pesada: As coisas piscam por aqui, rs! Esse ano pareceu maior, não por duração, mas realização. Comecei fragilizada, no entanto em Fortaleza, ao som de Jorge e Mateus brindei pa...

Aniversariando

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    Também já me perguntaram o que queria ser quando crescer. Até hoje quando acordo tento responder, ao menos a mim, além dos poréns, apesar das inconstâncias, minha única certeza. Pra ser grande preciso ser feliz! Eu quero é ser feliz! O tempo vai passando e no dia de acordar mais completa, anualmente, acontece aquele pot-pourri do que aconteceu até aqui. Tanto me surpreendo quanto me identifico com alguém que parece passar tão em outro plano que parece personagem de cinema. Talvez aquela criatura lá de trás fez coisas que não reconheço em mim e uso como incentivo quando começo a pensar em ficar triste. Em algumas circunstâncias me questiono assim:"ué, não foi você que superou aquilo lá?!"... ela não me dá o direito de ser fraca e muita coisa vira fichinha. Esse mesmo ser já deixou pra trás outras coisas por medo, por apreensão, por doação, coisas que talvez somariam na experiência de ser feliz, mas ahhh, não importa, ela ao menos serviu para me provar que não im...

Desvaneando a aliança do meu vô

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 Sempre quando encontro meu vô, involuntariamente dou aquela checada na aliança dele. Cara, vocês não sabem a sensação de ver aquilo: uma coisa larga e brilhante que desde que me conheci por gente e me permitir observar está naquele mesmo lugar, e já estava ali por muitos anos. Parece tatuada, perdida e bem achada naquela mão vivida, cabeluda, de pelo lisinho e esbranquiçado, de pele não mais tão firme quanto costumava ser... Quando meu avô percebe que ela é observada ou em alguma circunstância ela entra em pauta, se apressa em regozijar: para tirar aqui só cerrando ! - O riso do meu avô é doce e encantador, nada parecido com aqueles velhinhos carrancudos. Seu riso é realmente um vislumbre quanto descoberto por baixo daquele bigode sempre bem feito e que causa leve movimentação naqueles cabelos escorridos, sempre ajeitado no gel, e que tem um pente a seus dispor ao alcance do bolso da camisa.  E eu só consigo fazer ideia do quanto soa vitorioso terem chegado até ali, com um...

Amigo pelo tempo que for...

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Hoje é aniversário de um dos meus maiores presentes. É sim, a cada dia ele acha uma maneira mais linda-de-fofa-e-gostosa de manifestar sua amizade, sua fidelidade... de ser meu colo mais peludo e meus ouvidos mais atentos. Uma das criaturas mais amáveis, bondosas e preguiçosas que eu conheço e que sem dúvidas não troco por qualquer uma da minha espécie não.  É aniversário do meu "príncipe liiindo" que herdou na certidão de nascimento também meus sobrenomes - entrou na família assim que nasceu, mesmo sendo de raça diferente: Tyller é um Akita. Ao longo desses 4 aninhos houveram muitas descobertas, uma delas é que ele é albino e requer uma atençãozinha especial a mais. Meu bebê doentinho sofreu um tanto, fazendo toda família sofrer por tabela, no tratamento da febre do carrapato que gerou glaucoma e, gradativamente, lhe levou a visão. No entanto, por mais difícil que foi e continua sendo esse processo, ele não deixou de ser nossa estimação preciosa e querida, que apronta e qu...

Não se despeça de mim.

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Para não me despedir eu sumiria pela porta dos fundos. Nenhum problema em dizer tchau, te vejo qualquer dia, te vejo daqui há algum tempo, alguns anos... tudo incerto em poucos segundos longe dos olhos. É o fim de um momento, uma presença, uma fase...e não adianta comemorar porque depois de sorrisos é a falta que vai ficar na fotografia.  Olhos mais brilhantes, abraços que visgam, palavras que já não comunicam, gestos que se encaixam e as sensações que não passam. Tudo é diferente numa despedida! A despedida é quando a gente coloca no mundo a saudade que há algum tempo já havia gestação, sem noção. Partir ou deixar que vá carregando na bagagem tudo que nunca conseguiria ocupar o espaço de quem você carrega no coração. Nenhum peso é maior que a distância!  E já com o aperto no coração e a necessidade de partir - porque nenhuma vontade ousa sobressair ao apego - nesse momento de esforço e sucção das forças, é nesse momento que lágrimas te algemam, que palavras te corro...

Presente de desaniversário.

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Hoje é aniversário de uma pessoa extremamente especial pra mim e quis relatar aqui porque, não sei se tão próximo, mas espero que todos possam lembrar de alguém assim. Não quero vir com aqueles desejos embrulhados para data, então... Aprendi juntinho com a Alice que num mundo de maravilhas (e certamente nesse mundo ela seria também muito bem requisitada!) há um presente de desaniversário - aquele que é dado fora de tempo. Taí, essa é minha proposta, um relato em tempo que homenageia o que ela é todos os dias. Não falo da mulher maravilha, apesar de que com a heroína ela é mulher e maravilhosa, com todos aqueles poderesinhos de ser mãe, amiga, esposa, filha, eterna aprendiz, rs... Não precisa ser aniversário pra ela levar a sério essa coisa de fazer da vida uma festa. Viver pra ser feliz. Viver pra trazer felicidade. Viver para cativar, para descobrir, para reunir, pra se surpreender... Se me perguntarem o que é responsabilidade, posso titubear na resposta e não citá-la, mas ce...

Mais um, RetrÔ.

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Se é cedo ou tarde demais não importa, estou fazendo retrô 2012 a meu tempo. Não importa se as rotinas não mudam nada, a minha, de forma mais significativa que simbólica, muda sim - já não desfilo com a mesma idade, e mesmo que o tempo que soma anos não transforme erros em acertos ou mentiras em verdades, o novo ano que cochilava, acorda pra novidades em mim. Não posso dar direito para que isso venha a ser mesmice, insisto em viver meu mundo à parte, por vezes alheio e outras tantas intimistas demais. Lá nos primeiros minutinhos de 2012 tive alto-astral, risos, muita idiotice - sintomas que trouxe em tantos momentos durante todo o ano. Foi um ciclo rico, de lugares, de pessoas novas (inclusive na família) e as de sempre, de reflexões, mas também de perdas memoráveis, incertezas e exaustão. Foi um ano IN(TENSO) e embora o mundo não tenha chegado a terminar, muitas vezes, quis acabar o mundo - tive vergonha do meu país, do meu estado e até da minha cidade, recordo a greve de políci...

Coragem não é loucura!

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 Ás vezes me incomoda o tom das pessoas que me chamam de "corajosa" - ao menos daquelas que deixam soar como "louca" - ao saberem que enfrento empecilhos quase que obrigatórios em minha vida, como arriscar a BR de moto com toda a "leveza" do meu ser, ou uma pista escura, descuidada e deserta durante a noite -  tenho vontade de revidar perguntando se elas levariam as aulas até minha casa ou se mudariam os horários do mundo por mim, se andar acompanhada sempre livra alguém de tragédias e ainda se a gente deve se acomodar a ficar presa em casa enquanto o bandido tá na rua...  O fato é que o medo e o receio pelo perigo não nascem com a gente mas se desenvolvem quase que involuntariamente ao passar dos anos, sei disso porque percebo que nas crianças há pouquíssimos vestígios deles, ao menos sem experiências que as traumatize anteriormente... -  já fui integrante de um acidente de carro e assaltada antes, poxa!  A coragem também não nasce com a gente, é u...

Tal pai, só ele.

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Se as especulações de teóricos como Freud, Erickson e Piaget ultrapassarem as transformações bio-psico-sociais e concretizarem o “imprinting” em minha vida,  eu estou las-ca-da armada. Vou esperar muito se é que encontrarei alguém parecido com meu pai que, com certeza é minha primeira paixão, e facilmente será única... não digo exclusiva, mas única, porque volto a afirmar: alguém similar é difícil. Difícil assim: nem que minha mãe orasse todos os dias desde que nasceu por essa causa, tinha tido tanta sorte. Pai não se escolhe, mas se pudesse, teria escolhido ele mesmo e só! Meu pai é "o cara". E aqui eu falo com nenhuma imparcialidade e um mundo de cumplicidades, com base na imensidão de fãs do "tio/seu Deme" - kkk! Meu pai é mesmo o cara e em detalhes: De me levar para fazer vestibular e me buscar em final de semestre - não me desapego de ser chamada de "companheirinha de viagem". Meu pai é de visitar quando sente saudade, sair da rotina para enviar...

Admiração

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Acredito que a admiração acaba, mas também que ela pode voltar. Acredito veêmente assim como acredito que beleza pode prejudicar e que elogio tem poder avassalador. Dizem que admiração é coisa de fase, e todo mundo passa por fases - fases de infantilidade, fases de "aborrecência", fases de descoberta, fases de crescimento e até aquelas em que a gente recusa a amadurecer achando que já tá podre. Se tudo é fase, no fundo a gente não deixa passar a admiração. Porque a admiração tá na essência. Eu não acredito que um deslize do "super-homem" possa frustrar todo o seu histórico no imaginário de uma criança. Eu curtia Back Street Boys e até hoje tenho atração pelo talento da dança. O Latino como cantor é um ótimo balada-man. Eu era fã do KLB e embora essa fase tenha passado, não consigo falar mal dos meninos hoje, lembro da letra de suas músicas e as vezes saudosa com lembro de Chiquititas e Sandy&Júnior... as vezes é até duro confessar que lembro até o time que o Le...

Au, au.

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Eu acredito que Deus tem um cuidado especial com os animais, talvez por isso o nosso "doentinho" veio alegrar nossos dias. Não falta carinho, cuidado e atenção para cuidar dessa criaturinha albina e que agora nos faz sofrer junto na adaptação ao glaucoma. Não poderia ser diferente! Não tem coisa que me tira mais do sério que o maltrato aos animais ( ARC BRASIL e Pro-Cães - sites que lutam a favor dos bichinhos), sou daquelas que denuncia mesmo ( Ligue 181 ), ao meu então... A princípio eu nem queria outro cachorro, porque a perda de um desses membros da família já tinha me deixado um trauma anterior. Mas não consigo, realmente, não consigo não me apegar com uma porção enorme de amor a essas criaturinhas que tem minha preferência desde a infância - já tive pintinhos: um rosa e um verde; os passarinhos que caiam e ajudava a se recuperar para desespero de minha mãe que temia doença de pardal; coelhinhos: Nescau e Quick que tiveram até batizado; Os jegues, cavalos, mulas....

Amélia é que era mulher de mentira!

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Dizem que a gente se torna reflexo do que admira, especialmente na infância. No meu caso, estou caminhando pra refletir um pouquinho, e continuo a admirar... Unhas grandes e bem feitas, bem vestida, penteada, maquiada, um perfume que identifico de longe e encima de um salto. Depois de um dia longo de trabalho? Se expressando muito bem, boa profissional e requisitada, sempre em frente e à frente. Alguém entenderia seu cansaço ao ouvir sua gargalhada? Chega em casa, mas não poderia se esquecer sua outra jornada, não, não era doméstica, acadêmica, nem a comercial... não, não, era talvez o papel mais cansativo, que requeria mais atenção, curiosidade, cuidado... e até lágrimas ao passo que reconhecia suas faltas e tinha que competir apego com a babá. Mas ahh... ela insistia, deitava na cama ao som da chuva para conversar sobre Papai do céu e ensinar musiquinhas que aprendeu quando menor - continuava pequena -, prostrava no chão para brinca de cavalinho, revisava as atividades escolares,...

Um convite:

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O espelho me diz que envelheci E que mal pode existir Em ter histórias pra contar? Dos amigos que aqui fiz, Quanta coisa se passou... (Rosa de Saron) Pare comigo hoje e assista seu passado. Sei que podemos recordar detalhes, apontar erros e cada acerto, cada instante, sensação, fuga. Podemos nos sentir atores poderosos e talentosos assim! É, fizemos algumas projeções, tivemos verdadeiras compulsões e criamos dependências também, não é?!  Mas hoje tudo parece estar envolto como um presente. Quebro logo a surpresa ao adivinhá-lo: é maturidade, otimismo! Começamos a atrair mais pessoas - e nesse momento enxergamos perfeitamente rostos insubstituíveis -, histórias e estorinhas. Muitos assuntos desenvolvidos se tornaram mais leves e saudáveis! Criamos uma rotina de paz, e a admiração dedicada a algumas pessoas simplesmente deram lugar a admiração de outras. Olhe quantos períodos de solidão - só, sozinho, solitário - e quando aconchego logo ali! Como é rápi...

Ser feliz dá medo?

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É tão complicado conseguir momentos em que se reúne maior parte da família. Minha família é grande e tem gente espalhada, gerações... sempre acho tão engraçado as situações família na família, sabe?! Aquela tia que você não vê faz tempo, teus primos crescendo loucamente... você abraça todos, desconhecidos tão próximos... porque sente um elo, é família! O tempo passou, não foi só você que envelheceu ali, mas as recordações são de ontem, sabe?! O mesmo pátio, muitos permanecem, alguns faltam, outros novos, velhas brincadeiras, novas canções... Lembrança e fotos de outras vezes trazem saudade... e dá uma emoção ver meus tios com os cabelos grisalhos, minha mãe loirinha bem ao lado do meu pai, os cabelos branquinhos de meu vô, escorridos como sempre... todos misturados em volta daquela mesa dando gargalhadas tão familiares. E eu sei que tem uma emoção bem disfarçada quando conseguem estar juntos! Por um instante olhei ao redor... Meu tio contando suas piadas que não troco por ninguém. To...

Reflete em mim,

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É incrível a força da ligação que temos com algumas pessoas. Realmente incompreensível do ponto de vista lógico e que somente o sentimental vai "tapear"...  Quando menor, por volta dos 3 anos de idade, meu pai fez uma viagem relativamente longa e nesse meio tempo eu adoeci. Minha mãe conta que nenhum médico localizava um problema - depois apontaram psicológico -, nem mesmo rémedios acabavam com a febre. O fato é que a doença passou na hora em que ví meu pai, que preocupado comigo adiantou o retorno de sua viagem. Recentemente acordei com o lado esquerdo dolorido, não tive sensações ruins ou nada do tipo - não sabia de nada! -, o lado esquerdo, especialmente o ombro dolorido. Tomei relaxante muscular e não passou a dor. Ao anoitecer minha mãe me ligou contando um fato ocorrido naquela manhã: meu pai tinha caído gravemente num "baba" e machucado feio o lado esquerdo. Estava doendo muito nele... Meu "curador" é o máximo! Porque estou falando isso? sim...

Me irrita.

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Me irrita como ninguém. Sorri quando eu falo sério. Canta quando eu aconselho. Se cansa na metade da minha conversa ao telefone. Tem uma preguiça mortal de viajar pra "longe". Se finge de bobo quando eu pergunto. Me grita e me faz "catar ficha". Me chama de criança quando eu entro no clima. Fala "oh Deus" quando eu digo "te amo". Faz dancinhas esquisitas quando tem gente à vista. Mas o que ainda assim permanece, é o apego que me fascina... No fundo se o mundo cair, "partir em banda", ele sabe onde me encontrar. Sei que todas as birras, empacações e surtos são fases que já vão passar, sumir "até o caco". O silêncio é um jeito intrínseco de captar tudo e ganhar o mundo. Eu detesto saber os pontos em que serei "mais chata que mãe". E sei que ainda que "dê dois de mim", nunca vai consegui me humilhar, porque vai ser sempre meu irmãozinho, a quem eu devo cuidar. E eu sei o quanto desse mimo involuntário as...